


Colombina - jovem ingênua que fica entre a emoção de Arlequim ou a serenidade de Pierrôt.
Pierrôt - é o amor puro e verdadeiro que sabe esperar o retorno de sua amada. O amor sofre em silêncio
Arlequim - é a paixão que chega repentinamente e arraza corações. A paixão é passageira e perde seu encanto quando os problemas de relacionamento chegam.
Abaixo, o trecho final da peça, que até pode ser interpretado como funciona o desejo feminino (que muitos homens “pierrôts” quebram a cabeça para entender, enquanto muitos “arlequins” se aproveitam da situação).
“Não! não me compreendeis…
Ouvi, atentos, pois meu amor se compõe do amor dos dois.
Hesitante entre vós, o coração balanço, o teu beijo é tão doce, Arlequim… o teu sonho é tão manso, Pierrot…
Pudesse eu repartir-me e encontrar minha calma dando a Arlequim meu corpo…e a Pierrot, minha alma!
Quando tenho Arlequim, quero Pierrot tristonho pois um dá-me prazer, outro dá-me o sonho!
Nessa duplicidade o amor todo se encerra um me fala do céu… outro me fala da terra!
Eu amo, porque amar é variar e, em verdade, toda a razão do amor está na variedade…
Penso que morreria o desejo da gente se Arlequim e Pierrot fossem um ser sómente.
Porque a história do amor só pode se escrever assim um sonho de Pierrot e um beijo de Arlequim!”.
Joel Minusculi
Que sente pena do Pierrôt
OLHA O CARNAVAL AÍ, GENTE!!!

O Brasil é conhecido como o "país do carnaval" e, como bons brasileiros, devemos saber um pouco sobre essa festa que contagia muita gente daqui e traz para cá turistas de diversas partes do mundo.
A HISTÓRIA DO CARNAVAL
O carnaval é uma festa popular muito antiga e, por isso, não se sabe a origem exata dessa comemoração. O que se sabe é que essa tradição vem sendo transmitida de geração a geração há muitos séculos.
Quem trouxe o carnaval ao Brasil foram os portugueses, por volta de 1750. Nessa época, a festa era chamada de entrudo, e significa entrada, pois a comemoração começava na entrada, no início da Quaresma.
Durante o entrudo as pessoas iam para as ruas jogar farinha de trigo e água uns nos outros deixando uma bagunça e muita sujeira.
Mais tarde, surgiram as máscaras, as fantasias e as marchinhas.
A serpentina, uma fitinha de papel enrolada é de origem francesa e o confete, de origem espanhola, enfeitam os bailes de salão, chegaram ao Brasil em 1892.
A partir de 1870 as fantasias de carnaval tiveram grande importância para a festa, pois foi a forma que os foliões encontraram para dar um ar mais divertido ao carnaval.
Até 1930, as fantasias eram simples, com roupas adaptadas, tingidas, enfeitadas de forma ingênua, pois os materiais que poderiam enriquecer as mesmas, como os tecidos, ornamentos, sapatilhas, adereços de cabeça, eram muito caros, aparecendo mais nos desfiles de escolas de samba.
Nos clubes e desfiles de rua, surgiram os blocos, onde um grupo de pessoas se vestia igual.
Alguns disfarces se tornaram mais famosos, como caveira, odalisca, médico, morcego, malandro, super heróis, diabo, príncipe, bobo da corte, pierrô, colombina, palhaço, dentre outros.
Depois, as fantasias se tornaram mais elaboradas, algumas fantasias, como as de Pierrô, Colombina, Arlequim e Rei Momo são bastante tradicionais, principalmente nos bailes de salão.
Mas, mesmo com todo o sucesso desses bailes, o carnaval de rua é cada vez mais procurado e ainda preserva parte do folclore brasileiro.
FOLIA DE CARNAVAL: TEXTO INFORMATIVO
O Carnaval é a festa brasileira mais popular e tradicional que acontece nos meses de fevereiro ou março, durante quatro dias, terminando na Quarta-feira de Cinzas. As formas de brincar o Carnaval são muito variadas.
Nos tempos coloniais, as manifestações carnavalescas se resumiam ao Entrudo e aos cordões carnavalescos. O Entrudo, herança de Portugal, consistia na brincadeira de jogar água, ovos e farinha uns nos outros. Por volta de 1800 os cordões carnavalescos ganharam as ruas - as pessoas desfilavam em cortejo, fantasiadas, e brincavam cantando e dançando. Datam de 1871 os bailes de máscaras luxuosos que aconteciam nos teatros e clubes. Em 1900, o corso, os blocos carnavalescos e as escolas de samba contribuíram para o que o Carnaval ganhasse as ruas e se tornasse uma das grandes manifestações culturais do povo brasileiro. Em Natal, Maceió, Olinda, Recife e Salvador a festa acontece nas ruas, uma verdadeira confraternização popular que atrai milhares de turistas todos os anos.
As pessoas usam fantasias coloridas e brilhantes e dançam nas ruas e nos clubes. Há desfiles de escolas de samba e de grupos folclóricos.Na festa carnavalesca, assim como os adultos, os foliões-mirins também brincam de ser aquilo que não são (um super-herói) ou não parecem ser (um gigante).
Divirta seus alunos com esse conto criado por Evelyn Heine.
Uma escola do barulho
Era uma vez uma escola muito engraçada.
Uma escola de samba, com um palhaço e uma baiana pintados na entrada.
Tinha lição de casa, prova e chamada oral. E a matéria... claro, era só carnaval.
Nas aulas de artes nem precisava de papel. A pintura se fazia no rosto mesmo!
Na aula de história, todo mundo aprendia sobre a Guerra do Confete, sobre a eleição do Rei Momo, sobre a invenção da cuíca... o descobrimento do Morro da Mangueira...
Na aula de matemática:
- Quantos são no trio elétrico?
- Três, professora!
- Muito bem!
Na aula de português:
- Qual é o feminino de Mestre-Sala?
- Fácil... é Porta-Bandeira!
Na aula de música:
- Oô! Oô! Oô!
No boletim, vinha escrito o Samba de Uma Nota só.
E quem fosse mal, aí não tinha outro jeito: levava uma semana de folia.
E tinha que ser lá na Bahia!
FIM
WAGNER TOLEDO – PROF DE ENSINO FUNDAMENTAL
RESOLVI POSTAR AS MARCHINHAS DE CARNAVAL PARA QUEM QUISER TRABALHAR COM OS
ALUNOS. ESPERO QUE GOSTEM, SÃO 19 MARCHINHAS DE CARNAVAL!
DOWNLOAD
http://hotfile.com/dl/144149462/1a80457/marchinhas_de_carnaval_-_livrodepro
<http://hotfile.com/dl/144149462/1a80457/marchinhas_de_carnaval_-_livr...
fessor.blogspot.com.rar.html> marchinhas de carnaval.gif
Diversas para baixar
Pesquise com seus alunos as letras de músicas carnavalescas. Os ritmos mais conhecidos são as marchinhas, o frevo, o maxixe, o axé. Certamente são músicas interessantes para alegrar a festa dos foliões e até encenar uma dramatização.
Registrar a letra das músicas em papel sulfite (ou apenas o refrão) e elaborar painéis com desenhos dos alunos para enfeitar as paredes da sala de aula.
Cidade Maravilhosa
Cheia de encantos mil
Cidade Maravilhosa
Coração do meu Brasil (BIS)
(...)
(Trecho da marcha Cidade Maravilhosa, de André Filho, 1934.)
Eu sou o pirata da perna de pau
Do olho de vidro
Da cara de mau
(...)
(Trecho da marcha Pirata da perna de pau, de João de Barro, 1946.)
Mamãe eu quero, mamãe eu quero,
Mamãe eu quero mamar, me dá chupeta, me dá chupeta
Me dá chupeta que é pro bebê não chorar! (BIS)
(...)
(Trecho da marcha Mamãe, eu quero, de Jararaca e Vicente Paiva, 1936)
IDÉIAS:
Uma máscara legal
Imprima o modelo da máscara . Reproduza em cartolina branca ou preta na quantidade desejada. Recorte as máscaras.
Providencie papel picado, papel laminado, lantejoulas, purpurina, cola plástica colorida, bolinhas de papel crepom, canetas coloridas e outros materiais para os alunos enfeitarem as máscaras.
Por fim, fure nas laterais e amarre um elástico, dando um nó.
Baile de máscaras
Organize um baile de máscaras. Os alunos poderão brincar ao som de músicas e desfilar com as máscaras que criaram. Convide as crianças de outras salas para assistir ao desfile.
Pintura facial
Providenciar tintas guache, papel sulfite e pincéis de espessuras variadas, tintas atóxicas, próprias para pintar o rosto, algumas toalhas e uma bacia com água limpa. Informar aos alunos que eles poderão fazer um tipo de máscara diferente, pintando o rosto.
Retirado do Mini-Projeto Datas Comemorativas