A lua foi ao cinema,
passava um filme engraçado,
a história de uma estrela
que não tinha namorado.
Não tinha porque era apenas
uma estrela bem pequena,
dessas que, quando apagam,
ninguém vai dizer, que pena!
Era uma estrela sozinha,
ninguém olhava pra ela,
e toda a luz que tinha
cabia numa janela.
A lua ficou tão triste
com aquela história de amor,
que até hoje a lua insiste:
Amanheça, por favor!
LEMINSKI, Paulo. A lua no cinema. Porto Alegre: Projeto, 2002.
1. De acordo com o poema “A lua no cinema”, a estrela
(A) era pequena e solitária.
(B) parecia grande na janela.
(C) tinha um namorado apaixonado.
(D) viveu uma bela história de amor.
2. O último verso “– Amanheça, por favor!” sugere que a lua
(A) achou o filme da estrela que tinha namorado engraçado.
(B) acreditava que a estrela era pequena e sem graça.
(C) desejava esquecer a história da estrela solitária.
(D) gostava mais do dia do que da noite.
3. O texto ”A lua no cinema” é um poema por usar
(A) orações.
(B) períodos.
(C) parágrafos.
(D) versos.
4. Da leitura do poema percebe-se que a estrela
(A) era um astro insignificante.
(B) era uma artista engraçada.
(C) tinha inveja da lua.
(D) tinha uma história feliz.
5. O poema trata
(A) da solidão. (C) da tristeza.
(B) da amizade. (D) do ciúme.
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quinta-feira, 30 de junho de 2011
A INCAPACIDADE DE SER VERDADEIRO
Paulo tinha fama de mentiroso. Um dia chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões - da - independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas.
A mãe botou-o de castigo, mas na semana seguinte ele veio contando que caíra no pátio da escola um pedaço de lua, todo cheio de queijo. Desta vez Paulo não só ficou sem sobremesa como foi proibido de jogar futebol durante quinze dias.
Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Siá Elpídia e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, a mãe decidiu levá-lo ao médico. Após o exame, o Dr. Epaminondas abanou a cabeça:
– Não há nada a fazer, Dona Coló. Este menino é mesmo um caso de poesia.
Carlos Drummond de Andrade. Deixa que eu conto. São Paulo: Ática, 2003
01. Quando Paulo chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões - da -independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas, a mãe
(A) colocou-o de castigo.
(B) deixou-o sem sobremesa.
(C) levou-o ao médico.
(D) proibiu-o de jogar futebol.
02. A mãe de Paulo ficou preocupada com o filho porque ele
(A) machucou-se no pátio da escola.
(B) contava histórias criativas.
(C) desistiu de jogar futebol.
(D) queixou-se do médico.
03. A preocupação da mãe que a fez levar o filho ao médico deveu-se à
(A) fábula dos dragões – da - independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas.
(B) história do pedaço de lua, cheio de queijo no pátio da escola.
(C) passagem das borboletas pela chácara de Siá Elpídia formando um tapete voador.
(D) imaginação do menino ao criar suas histórias fantasiosas.
04. O parecer do médico “Este menino é mesmo um caso de poesia.”, sugere que Paulo
(A) agia dessa forma pelo excesso de castigo.
(B) brincava com coisas verdadeiras.
(C) era um menino imaginativo e criativo.
(D) estava precisando do carinho familiar.
05. O texto sugere que
(A) mentira e teimosia andam juntas.
(B) mentira e fantasia são sinônimos.
(C) mentira e sonho parecem brincadeiras.
(D) mentira e imaginação são diferentes.
06. Dona Coló castigava o filho porque acreditava que ele estivesse
(A) brincando. (C) sonhando.
(B) mentindo. (D) teimando.
A mãe botou-o de castigo, mas na semana seguinte ele veio contando que caíra no pátio da escola um pedaço de lua, todo cheio de queijo. Desta vez Paulo não só ficou sem sobremesa como foi proibido de jogar futebol durante quinze dias.
Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Siá Elpídia e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, a mãe decidiu levá-lo ao médico. Após o exame, o Dr. Epaminondas abanou a cabeça:
– Não há nada a fazer, Dona Coló. Este menino é mesmo um caso de poesia.
Carlos Drummond de Andrade. Deixa que eu conto. São Paulo: Ática, 2003
01. Quando Paulo chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões - da -independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas, a mãe
(A) colocou-o de castigo.
(B) deixou-o sem sobremesa.
(C) levou-o ao médico.
(D) proibiu-o de jogar futebol.
02. A mãe de Paulo ficou preocupada com o filho porque ele
(A) machucou-se no pátio da escola.
(B) contava histórias criativas.
(C) desistiu de jogar futebol.
(D) queixou-se do médico.
03. A preocupação da mãe que a fez levar o filho ao médico deveu-se à
(A) fábula dos dragões – da - independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas.
(B) história do pedaço de lua, cheio de queijo no pátio da escola.
(C) passagem das borboletas pela chácara de Siá Elpídia formando um tapete voador.
(D) imaginação do menino ao criar suas histórias fantasiosas.
04. O parecer do médico “Este menino é mesmo um caso de poesia.”, sugere que Paulo
(A) agia dessa forma pelo excesso de castigo.
(B) brincava com coisas verdadeiras.
(C) era um menino imaginativo e criativo.
(D) estava precisando do carinho familiar.
05. O texto sugere que
(A) mentira e teimosia andam juntas.
(B) mentira e fantasia são sinônimos.
(C) mentira e sonho parecem brincadeiras.
(D) mentira e imaginação são diferentes.
06. Dona Coló castigava o filho porque acreditava que ele estivesse
(A) brincando. (C) sonhando.
(B) mentindo. (D) teimando.
A incapacidade de ser verdadeiro
A INCAPACIDADE DE SER VERDADEIRO
Paulo tinha fama de mentiroso. Um dia chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões - da - independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas.
A mãe botou-o de castigo, mas na semana seguinte ele veio contando que caíra no pátio da escola um pedaço de lua, todo cheio de queijo. Desta vez Paulo não só ficou sem sobremesa como foi proibido de jogar futebol durante quinze dias.
Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Siá Elpídia e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, a mãe decidiu levá-lo ao médico. Após o exame, o Dr. Epaminondas abanou a cabeça:
– Não há nada a fazer, Dona Coló. Este menino é mesmo um caso de poesia.
Carlos Drummond de Andrade. Deixa que eu conto. São Paulo: Ática, 2003
01. Quando Paulo chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões - da -independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas, a mãe
(A) colocou-o de castigo.
(B) deixou-o sem sobremesa.
(C) levou-o ao médico.
(D) proibiu-o de jogar futebol.
02. A mãe de Paulo ficou preocupada com o filho porque ele
(A) machucou-se no pátio da escola.
(B) contava histórias criativas.
(C) desistiu de jogar futebol.
(D) queixou-se do médico.
03. A preocupação da mãe que a fez levar o filho ao médico deveu-se à
(A) fábula dos dragões – da - independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas.
(B) história do pedaço de lua, cheio de queijo no pátio da escola.
(C) passagem das borboletas pela chácara de Siá Elpídia formando um tapete voador.
(D) imaginação do menino ao criar suas histórias fantasiosas.
04. O parecer do médico “Este menino é mesmo um caso de poesia.”, sugere que Paulo
(A) agia dessa forma pelo excesso de castigo.
(B) brincava com coisas verdadeiras.
(C) era um menino imaginativo e criativo.
(D) estava precisando do carinho familiar.
05. O texto sugere que
(A) mentira e teimosia andam juntas.
(B) mentira e fantasia são sinônimos.
(C) mentira e sonho parecem brincadeiras.
(D) mentira e imaginação são diferentes.
06. Dona Coló castigava o filho porque acreditava que ele estivesse
(A) brincando. (C) sonhando.
(B) mentindo. (D) teimando.
Paulo tinha fama de mentiroso. Um dia chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões - da - independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas.
A mãe botou-o de castigo, mas na semana seguinte ele veio contando que caíra no pátio da escola um pedaço de lua, todo cheio de queijo. Desta vez Paulo não só ficou sem sobremesa como foi proibido de jogar futebol durante quinze dias.
Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Siá Elpídia e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, a mãe decidiu levá-lo ao médico. Após o exame, o Dr. Epaminondas abanou a cabeça:
– Não há nada a fazer, Dona Coló. Este menino é mesmo um caso de poesia.
Carlos Drummond de Andrade. Deixa que eu conto. São Paulo: Ática, 2003
01. Quando Paulo chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões - da -independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas, a mãe
(A) colocou-o de castigo.
(B) deixou-o sem sobremesa.
(C) levou-o ao médico.
(D) proibiu-o de jogar futebol.
02. A mãe de Paulo ficou preocupada com o filho porque ele
(A) machucou-se no pátio da escola.
(B) contava histórias criativas.
(C) desistiu de jogar futebol.
(D) queixou-se do médico.
03. A preocupação da mãe que a fez levar o filho ao médico deveu-se à
(A) fábula dos dragões – da - independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas.
(B) história do pedaço de lua, cheio de queijo no pátio da escola.
(C) passagem das borboletas pela chácara de Siá Elpídia formando um tapete voador.
(D) imaginação do menino ao criar suas histórias fantasiosas.
04. O parecer do médico “Este menino é mesmo um caso de poesia.”, sugere que Paulo
(A) agia dessa forma pelo excesso de castigo.
(B) brincava com coisas verdadeiras.
(C) era um menino imaginativo e criativo.
(D) estava precisando do carinho familiar.
05. O texto sugere que
(A) mentira e teimosia andam juntas.
(B) mentira e fantasia são sinônimos.
(C) mentira e sonho parecem brincadeiras.
(D) mentira e imaginação são diferentes.
06. Dona Coló castigava o filho porque acreditava que ele estivesse
(A) brincando. (C) sonhando.
(B) mentindo. (D) teimando.
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